Eis que acesso o site Globo.com para ler as notícias e me deparo com a seguinte manchete: Primeiro vírus disseminado pela internet completa 20 anos, e ao lado está exposta uma foto sorridente do “bendito” criador do mesmo. Até ai nada demais. O meu temor é de que as pessoas comecem a venerar o indíviduo que criou um dos maiores problemas da nossa vida virtual.
Como no Brasil qualquer coisa que se faça têm-se o hábito de canonizar o cidadão, daqui a poco teremos o santo padoeiro dos computadores viróticos.
Já pensou você rezando para um santo pedindo que nenhum virus infecte o seu pc? Demais né.


O nome do sorridente ai ao lado é Robert Tappan Morris, estudante da Universidade Cornell, que em 1988 estava no MIT (Instituto Tecnológico de Massachusetts) iniciando a sua distribuição gratuita do que seria considerado o primeiro código malicioso a se espalhar pela internet, o “Morris worm”. O vírus alastrou-se rapidamente e inutilizou muitos sistemas que contaminou. Estimativas sugerem que a praga infectou 10% dos 60 mil computadores que formavam a rede mundial da época. Santo Robert! Quem deve “adorar” este indivíduo são os nossos amiguinhos de todas as horas, os anjinhos da informática que dão pulos de alegria quando nossos computadores são infectados por vírus, afinal de contas, só a visita deles na nossa casa, custa cerca de R$ 50,00 reais, tá bom para você? Para mim tá bom… tá bom… tá bom… tá bom… tá bom… bom… bom… bom… não tá, mas tá bom… tá bom… tá bom… tá bom… tá bom…