Archive for março, 2009


O Centro de Pesquisa e Extensão das Faculdades Integradas Padre Humberto em Itaperuna está com inscrições abertas para os curso de extensão universitária. Confira os cursos!
Maiores Informações: www.fsj.edu.br ou (22) 3824-8181

Inglês Instrumental

Aulas: Sexta-feira – Quinzenal

Horário: 18:30 às 21:30h

Valor: R$35,00

Professora Rita

Inglês Conversação

Aulas: Sexta-feira

Horário: 18:30 às 20:30h

Valor: R$35,00

Professor Luiz Carlos

Espanhol

Aulas: Sexta-feira

Horário: 18:30 às 20:30

Valor: R$35,00

Professora Lucinéia

Educação Inclusiva

Aulas: 3ª-feira

Horário: 16:00 às 18:00 h

Valor: R$40,00

Professora Alcione

LIBRAS

Aulas: 4ª-feira

Horário: 18:30 às 21:00

Valor: Gratuito

Inscrições na Secretaria da Matriz

Professor Hugo

LIBRAS

Aulas: Sexta-feira

Horário: 18:30 às 21:00

Valor: R$40,00

Professor Hugo

Aplicação de Injetáveis

4 meses

Aulas: Sábado Quinzenal

Horário: 8:00 às 17:00

Valor: 1 parcela de R$90,00

Coordenador: Professor Otávio

Biossegurança

Aulas: Sábado Quinzenal

Horário: 8:00 às 17:00

Valor: R$70,00

Coordenador: Professor Otávio

Massoterapia

Aulas: Sábado Quinzenal

Horário: 8:00 às 17:00

Valor: R$70,00

Coordenador: Professor Otávio

Meio Ambiente

Aulas: Sábado Quinzenal

Horário: 8:00 às 17:00

Valor: R$70,00

Coordenador: Professor Otávio

Drenagem Linfática

Aulas: Sábado Quinzenal

Horário: 8:00 às 17:00

Valor: R$70,00

Coordenador: Professor Otávio

Educação Física Escolar

Aulas: Sábado Quinzenal

Horário: 8:00 às 17:00

Valor: R$70,00

Coordenador: Professor Otávio

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A Fundação São José em Itaperuna está com matrículas abertas para os cursos de Pós-graduação lato sensu. Confira os cursos!


Apresentação:

Os cursos de Pós-graduação Lato sensu são ministrados nos termos da Resolução nº 1/2007 da CES-CNE, proporcionando ao egresso, condições de atualização profissional e aquisição de novos conhecimentos, contribuindo para melhoria do seu desempenho profissional e acadêmico.

Consideramos também, como aspecto relevante deste curso, o desenvolvimento necessário para que os profissionais ingressem em cursos de Mestrado.

FAÇA SUA MATRÍCULA: www.fsj.edu.br/pos


Docência do Ensino Superior

Carga horária: 360 hora/aula

Duração: 12 meses

Estudos Lingüísticos e Literários

Carga horária: 360 hora/aula

Duração: 12 meses

Informática na Educação

Carga horária: 360 hora/aula

Duração: 12 meses

Língua Inglesa

Carga horária: 360 hora/aula

Duração: 12 meses

Matemática e Educação

Carga horária: 360 hora/aula

Duração: 12 meses

Meio Ambiente e Educação Ambiental

Carga horária: 360 hora/aula

Duração: 12 meses

Política Brasileira

Carga horária: 360 hora/aula

Duração: 12 meses

Psicopedagogia Clínica

Carga horária: 500 hora/aula

Duração: 18 meses

Saúde Mental com ênfase em Instituições Públicas

Carga horária: 500 hora/aula

Duração: 18 meses

Saúde Pública

Carga horária: 500 hora/aula

Duração: 18 meses

Dia 04 de abril

(Evento gratuito)

As Faculdades Integradas Padre Humberto e o curso de Psicologia ψ

convidam para o ciclo de Palestras:


Palestrante convidada: Drª Josaida Oliveira Gondar (P.Hd pela Universidad de Deusto; Doutorado pela Universite de Paris VII, Doutorado em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Membro de corpo editorial da Actas Freudianas e Membro de corpo editorial da Global. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Clínica. Atuando principalmente nos seguintes temas: temporalidade, espaço subjetivo, psicanálise).


Tema da Palestra: Freud, Ferenczi e a Clínica Contemporânea.

Horário: 10 horas – Local: Auditório da FSJ – Entrada Franca

Rua Major Porphírio Henriques, 41 – Centro

Itaperuna/RJ – CEP: 28300-000
CLIQUE NA IMAGEM PARA AUMETÁ-LA!
O município de Itaperuna irá comemorar 120 anos neste ano, e a Secretaria de Turismo vai bombar com as estruturas da cidade. Após anos de comemorações desleixadas, agora o povo contará com atrações de peso para sua diversão.

Serão 4 dias de festa com muitas atrações, de 07 de maio à 10 de maio. Confiras algumas destas atrações:

Alcione

Isabella Taviani

Jamérico

Jamérico Garica está no seu maior momento de sucesso atualmente, sendo um dos “calouros” do Programa Raul Gil na Rede Bandeirantes. Com uma voz potente e ao mesmo tempo suave, o cantor despertou a atenção dos jurados para o seu talento. Jamérico é itaperunense e irá arrasar na festa de aniversário da cidade. sucesso, sempre!

E uma grande estrutura tecno com os melhores Djs do Brasil.

Brevemente disponibilizo mais uma atração especial que virá para a comemoração. Você não pode perder!



II SIMPÓSIO nacional de estudos filológicos e lingüísticos

Curso de Verão do CIFEFIL

Homenagem a Raimundo Barbadinho Neto

Local: Faculdade CCAA

Av. Marechal Rondon, 1460 – Riachuelo – Rio de Janeiro – RJ

Telefone (21) 2569-0276 – Endereço eletrônico : eventos@filologia.org.br

Data: 1 a 4 de abril de 2009

QUARTA-FEIRA, 1 DE ABRIL DE 2009

09-10 horas – Entrega de material aos inscritos e inscrições de última hora

10-12 horas – Sessão de abertura com palestra sobre “A Lógica da Acentuação Gráfica no Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa”, por José Pereira da Silva (UERJ e ABRAFIL).

12-14 horas – Almoço e Sessão Cultural (recital, exposição etc.)

12-16 horas – Exposição e venda de livros dos autores presentes no Simpósio.

14-16 horas – Aula-conferência de Manoel Pinto Ribeiro (UERJ e ABRAFIL): “O Novo Acordo Ortográfico: soluções, dúvidas e dificuldades para o ensino”

16-18 horas – Aula-conferência de Horácio França Rolim de Freitas (UERJ e ABRAFIL): “A Importância da Etimologia na Ortografia da Língua Portuguesa”

QUINTA-FEIRA, 2 DE ABRIL DE 2009

09-11 horas – Sessão de Comunicações

PRIMEIRO GRUPO DE COMUNICAÇÕES:

a) “O Novo Acordo Ortográfico: lacunas e implicações” – Cláudio José Bernardo

b) “As variações gráficas lexicais antroponímicas masculinas e femininas. Estudo de caso: Estrangeirismos no Bairro Sargento Roncalli, Belford Roxo, RJ” – Antonio Elias Lima Freitas

c) “A gramática normativa e a variação lingüística no ensino de língua materna” – Adriano de Souza Dias

d) “Ensino de língua materna: por uma visão pluralista de língua” – Edimeia dos Santos Pereira

e) “Cultura de massa: Pato Donald, Tio Patinhas e a ideologia da malandragem” – Rute de Souza Josgrilberg

SEGUNDO GRUPO DE COMUNICAÇÕES:

a) “A Análise do Discurso e os discursos institucionalizados” – Nara Maria Fiel de Quevedo Sgarbi

b) “A Análise do Discurso e o Falante Despretensioso” – Sílvia Maria Pinheiro Bonini Pereira

c) “Tá rindo de quê? Quadrinhos também é didática!” – Mônica Lopes Smiderle de Oliveira

d) “A linguagem dos emoticons no discurso publicitário de junk food” – Audrey Danielle Beserra de Brito

e) “Os anúncios da Duloren: a construção da imagem da sedução na comunicação” – Patrícia Margarida Farias Coelho

TERCEIRO GRUPO DE COMUNICAÇÕES:

a) “Português europeu: língua genuinamente pro-drop: Uma análise dos sujeitos nulos e lexicais em dados orais do PE como L1” – Ernani Machado Garrão Neto

b) “Português falado: um estudo sobre São Paulo e Mato Grosso do Sul” – Maria Alice de Mello Fernandes

c) “Realização variável de /l/ prevocálico no Estado do Pará” – Marilúcia Barros de Oliveira

d) “Topônimos transplantados candidatos a compostos: a Europa em Vitória” – Rosana de Vilhena Lima

e) “Toponímia, língua e cultura em Diamantina” – Tatiana Martins Mendes

QUARTO GRUPO DE COMUNICAÇÕES:

a) “A ‘furada’ do furo de reportagem: uma análise pragmática dos plantões do jornalismo da rede globo e rede TV” – Luana Santos Lemos

b) “A Progressão Referencial em ‘A Raposa e as Uvas’: Estratégias Discursivas na fábula de Monteiro Lobato” – Rachel Maria Campos Menezes de Moraes

c) “Análise ou interpretação crítica do discurso? Sobre os conceitos de análise e interpretação em Fairclough e Widdowson” – Marcel Álvaro de Amorim

d) “De estilos em estilos: dizer o amor na contemporaneidade” – Luciana Marino do Nascimento

e) “Contribuições linguísticas e semióticas para o ensino de língua portuguesa: relato de experiências em turmas do ensino médio do Colégio Pedro II” – Viviane Soares Fialho de Araujo

f) “Contribuições da linguística textual e da pragmática ao estudo do texto escrito na escola” – Marcilene Oliveira Sampaio

11-12 horas – Sessão de Palestras:

1ª) Professora Doutora Maria Lúcia Mexias-Simon – “A gramaticalidade: o sintagma e o paradigma”

2ª) Professora Doutora Odete Pereira da Silva Menon – “Não é só a variedade brasileira a que muda: o caso das construções de gerúndio”

12-14 horas – Almoço e Sessão Cultural (recital, exposição etc.)

Exposição do pôster “A hipersegmentação da escrita entre alunos de 1ª série de Belo Horizonte: indícios da interação entre o conhecimento da língua falada e as convenções da escrita” – Janaína Rabelo Cunha Ferreira de Almeida

Exposição do pôster “Estudo etnotoponímico do município de Dianopólis” – Rosana Rodrigues Almeida

12-16 horas – Exposição e venda de livros dos autores presentes no Simpósio.

14-16 horas – Aula-conferência de Claudio Cezar Henriques (UERJ e ABRAFIL): Brincando com a Ortografia: Uma coisa séria

16-18 horas – Aula-conferência de José Pereira da Silva (UERJ e ABRAFIL): “História e Evolução da Ortográfica da Língua Portuguesa”

SEXTA-FEIRA, 3 DE ABRIL DE 2009

09-11 horas – Sessão de Comunicações

PRIMEIRO GRUPO DE COMUNICAÇÕES:

a) “(Re) significações em produções bilíngues: LIBRAS-Português” – Arlene Batista da Silva Ferreira

b) “A dêixis discursiva na construção na imagem de nação” – Thereza Maria Zavarese Soares

c) “Fatores de coerência: um caminho para a interpretação de texto” – Vanessa Chaves de Almeida

d) “Capitão Cueca: erros ortográficos, metáforas e leitura… por quê?” – Tânia Regina Pinto de Almeida

e) “O processo discursivo da restrição” – Vanessa Barros de Lima

f) “Satyricon e tradução poética” – Luiz Henrique Queriquelli

SEGUNDO GRUPO DE COMUNICAÇÕES:

a) “Dialeto Caipira – Barbela, panqueca, tapera e tuta-meia – estudo semântico-lexical” – Renata Maran Longuini Romero

b) “Estudo diacrônico dos significados do sufixo -dade no português” – Lisângela Simões

c) “Palavra, palavrinha, palavrão – o léxico familiar” – Fátima Helena Azevedo de Oliveira

d) “Por um estudo lexicográfico no meio docente” – Deise Bittencourt Friedrich

e) “A construção das relações adversativas na reescrita de Chapeuzinho Vermelho por crianças” – Ana Célia Clementino Moura

f) “Os sinalizadores textuais e a contribuição da Linguística textual para o ensino de língua portuguesa” – Michelli Bastos Ferreira

TERCEIRO GRUPO DE COMUNICAÇÕES:

a) “A construção do sujeito através da leitura” – Valéria Cristina de Abreu Vale Caetano

b) “Alegoria e objetivação na tessitura verbal de ‘Vidas Secas’” – Reginaldo Mendes Ramos

c) “Análise de obra didática Português-Linguagens: o discurso em curso promove à vida?” – Terezinha Fátima Martins Franco

d) Orações reduzidas em português: problemas e métodos – Acácio Luiz Santos

e) “História em quadrinhos: um gênero emergente” – Tuani Magalhães Guimarães

QUARTO GRUPO DE COMUNICAÇÕES:

a) “Palavras sobre palavras: diferenças morfológicas e sintáticas nas edições da obra Bugrinha, de Afrânio Peixoto” – Érica Azevedo Santos

b) “A (não) utilização do verbo “poder” com função de sentido pleno, em textos contemporâneos no português brasileiro” – Elias André da Silva

c) “Advérbio locativo + sintagma preposicional locativo: análise em corpora do século XIX” – Elaine Marques Thomé Viegas

d) “Orações circunstanciais de gerúndio: estratégia de subordinação ou coordenação?” – Jaqueline Silveira Coriolano

e) “As figuras de estilo em perspectiva estilístico-semiótico-funcional” – Darcilia Simões, Karla Lopes Niels, Thiago Serpa Gomes da Rocha

QUINTO GRUPO DE COMUNICAÇÕES:

a) “A Crítica Textual e a formação em Letras” – Rita de Cássia Ribeiro de Queiroz

b) “Encapsulamentos e atribuições em textos do gênero de Crítica e TV” – Monclar Guimarães Lopes

c) “Concepções sobre alfabetização em memoriais de alunas do curso de pedagogia” – Jacqueline de Fátima dos Santos Morais

d) “Aspectos linguísticos da surdez” – Rosana Passos

e) “Preservar é preciso, viver também é preciso: a política linguística indígena no Brasil do século XXI” – Diego Barbosa da Silva

f) “O gênero canção: uma prática intersemiótica” – Fabiana Castro Carvalho

11-12 horas – Sessão de Palestras:

1ª) Professor Mestre José Enildo Elias Bezerra – “Da oralidade à escrita em ex-alunos da EJA”

2ª) Professor Doutor Ataíde José Mescolin Veloso – “Engenharia noturna: a dissolução da máquina pura e o nascer do texto como acontecimento”

12-14 horas – Almoço e Sessão Cultural (recital, exposição etc.)

12-16 horas – Exposição e venda de livros dos autores presentes no Simpósio.

14-16 horas – Aula-conferência de José Mario Botelho (UERJ e ABRAFIL): “Consequências gráficas e morfossintáticas das nominalizações em português”

16-18 horas – Aula-conferência de Domício Proença Filho (UFF, ABL e ABRAFIL): “Por Dentro das Palavras de Nossa Língua Portuguesa”

SÁBADO, 4 DE ABRIL DE 2009

09-11 horas – Condecoração dos professores doutores Adriano da Gama Kury, José Luiz Fiorin e Magda Becker Soares com a MEDALHA ISIDORO DE SEVILHA de Destaque em Lingüística e Filologia de 2008

Conferência de José Luiz Fiorin: “Problemas e Desafios do Ensino de Português nos Níveis Fundamental e Médio”

Tô ficando velho! Um dia desses, às 2 da manhã, peguei o carro e fui buscar minha filha adolescente na saída do show do Charlie Brown Jr. Ela e as amigas estavam eufóricas e eu ali, meio dormindo, meio de pijama, tentei entrar na conversa.

“E aí, o show foi legal?”. A resposta veio de uma mais exaltada do banco de trás: “Cara! Tipo assim, foda!”. E outra emendou: “Tipo foda mesmo!” Fiquei tipo assim calado o resto do percurso, cumprindo minha função de motorista.

Tô precisando conversar um pouco mais com minha filha, senão daqui a pouco vamos precisar de tradução simultânea.

Pra piorar ainda mais, inventaram o ICQ, essa praga da Internet onde elas ficam horas e horas escrevendo abobrinhas umas pras outras, em código secreto. Tipo assim “kct! vc tmb nunk tah trank, kra. Eh d+, sl. T+ Bjoks. Jubys”.

Em português: “Cacete! Você também nunca está tranqüila, cara. É demais, sei lá. Até
mais, beijocas. Jubys”. Jubys, que deve ser pronunciado “diúbis”, é isso mesmo que você está imaginando, a assinatura.

Só que o nome de batismo é Júlia, um nome bonito, cujo significado é “cheia de juventude”, que eu e minha mulher escolhemos, sentados na varanda, olhando a lua…

Pois Jubys é hoje essa personagem de cabelo cor de abóbora, cheia de furos na orelha que quer encher o corpo de piercings e tatuagens.

Tô ficando velho!

Outro dia tentei explicar pro mesmo bando de adolescentes o que era uma máquina de escrever. Nunca viram uma. A melhor definição que consegui foi “é tipo assim um computador que vai imprimindo enquanto você digita”.

Acho que não entenderam nada.

Eu sou do tempo do mimeógrafo. Pra quem não sabe, é uma máquina que você coloca álcool e dá manivela pra imprimir o que está na folha matriz.

Por sua vez, essa matriz precisa ser datilografada (ver “datilografia” no dicionário)
na tal máquina de escrever, sem a fita (o que faz com que você só descubra os erros depois do trabalho feito), com o papel carbono invertido…

Enfim, procure na Internet que deve haver algum site sobre mimeógrafo, papel carbono, essas coisas.

Se eu ficar explicando cada vocábulo descontinuado, não vou conseguir acompanhar meu próprio raciocínio.

Voltando às garotas, a cultura cinematográfica delas varia entre a “obra” de Brad Pitt e a de Leonardo di Caprio. Há anos tento convencê-las a ver “Cantando na Chuva”, mas sempre fica para depois. Um dia, cheguei entusiasmado em casa com a fita de um filme francês que marcou minha infância:

“A guerra dos botões”. Juntei toda a família para a exibição solene e a coisa não durou nem 5 minutos. O guri foi jogar bola, Jubys inventou “um trabalho de história sobre a civilização greco-romana que tem que entregar tipo assim até amanhã senão perde ponto” e até minha mulher, de quem eu esperava um mínimo de solidariedade, se lembrou que tinha um compromisso com hora marcada e se mandou.

Fiquei ali, assistindo sozinho e lembrando do tempo em que eu trocava gibi na porta do Capitólio.

Uma amiga me contou que o filho de 10 anos ficou espantado quando viu um telefone de discar. Sabe telefone de discar? É tipo assim um aparelho sem teclas, geralmente preto, com um disco no meio, todo furado, onde cada furo corresponde a um algarismo.Você enfia o dedo indicador no buraco correspondente ao número que precisa registrar, gira o negócio até uma
meia lua de metal e solta a roleta, que lá por dentro está presa a uma mola e faz ela voltar à sua posição inicial.

Esse aparelho serve para conversar com outra pessoa como qualquer telefone comum, desde que esteja, é claro, conectado na parede.

Eu sou do tempo em que vidro de carro fechava com maçaneta. E o Fusca tinha estribo e quebra vento. Não espalha, mas eu andei de Simca Chambord, de DKW, Gordini, Aero Willis e até de Romiseta. Não dá pra explicar aqui o que era uma Romiseta, só vou dizer que era tipo assim um veículo automotivo, com 3 rodas, que a gente entrava pela frente e a direção era grudada na porta. Procure na Internet, deve haver um site.

Tá bom, tá bom, confesso mais. Usei Camisa Volta ao Mundo, casaquinho de Banlon, assisti à Jovem Guarda, o Direito de Nascer… mas é mentira essa história de que meu primeiro disco gravado foi em 78 rotações.

Há pouco tempo, João, meu filho de 8 anos, pegou um LP e ficou fascinado. Botei pra tocar e mostrei a agulha rodando dentro do sulco do vinil. Expliquei que aquele atrito gerava o som que estávamos escutando… mas aí ele já estava jogando o Pokemon Stadium no Game Boy.

Não é que ele seja desinteressado, eu é que fiquei patinando nos detalhes. Ele até que é bastante curioso e adora ouvir as “histórias do tempo em que eu era criança”. Quando contei que a TV, naquela época, era toda em preto e branco ele “viajou” na idéia de que o mundo todo era em preto e branco e só de uns tempos para cá é que as coisas começaram a ganhar cores.
Acho que de certa forma ele tem razão.

Tipo assim…


Um Advogado andava em alta velocidade pela cidade com seu BMW, quando foi parado por um Guarda de trânsito.


O Guarda: – O senhor estava além da velocidade permitida, por favor a sua habilitação.
Advogado: – Está vencida.
Guarda: – O documento do carro.
Advogado: – O carro não é meu.
Guarda: – O senhor, por favor, abra o porta-luvas.
Advogado: – Não posso, tem um revólver aí que usei para roubar este carro.
Guarda (já bastante preocupado): Abra o porta-malas!
Advogado: – Nem pensar! na mala está o corpo da dona deste carro, que eu matei no assalto.
O guarda, vendo-se diante das circunstâncias, resolve chamar o Sargento.
Chegando ao local o Sargento dirige-se ao advogado:
Sargento: – Habilitação e documento do carro por favor!
Advogado: – Está aqui senhor, como vê o carro está no meu nome e a habilitação está regular.
Sargento: – Abra o porta-luvas!
Advogado (tranqüilamente…): – Como vê só tem alguns papéis.
Sargento: – Abra o porta-malas!
Advogado: – Certo, aqui está… como vê, está vazio.
Sargento (constrangido): – Deve estar acontecendo algum equívoco, pois o meu subordinado me disse que o senhor não tinha habilitação, que não era o dono do carro pois o tinha roubado, com um revólver que estava no porta luvas, e de uma mulher cujo corpo estava no porta-malas!!!…
Advogado: – Pois é Sr., só falta agora esse sacana dizer que eu estava em alta velocidade!!!…

Desde 1857 comemora-se no dia 08 de março de cada ano o Dia Internacional da Mulher. Tudo porque num belo dia em Nova Iorque, numa fábrica de tecidos mulheres reprimidas promoveram uma grande greve reivindicando melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. Lógico que na época a manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada, com aproximadamente 130 tecelãs, que morreram carbonizadas.

Num ato de homenagear estas mulheres, em 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, oficializando-se em 1975, através de um decreto, da ONU(Organização das Nações Unidas).

Você que é mulher, lute todos os dias para que tenhas os seus 365 dias reconhecidos, e não somente o 8 de março.
Reaja, faça valer a sua vida, seja confiante, firme, sábia. Quem lhe disse que o homem é indispensável para sua existência? Que lhe disse que submissão total faz parte da sua conduta? Quem lhe obriga a ser quem não és? Acorde! Seja feliz! Seja mulher de verdade! Valorize-se, pois é de você que vem a dádiva de trazer ao mundo qualquer outro ser humano. Lute!

Para homenagear todas as mulheres em especial as que fazem parte da minha vida, a poesia Mulherão! Deliciem-se!

Peça para um homem descrever um mulherão.

Ele imediatamente vai falar no tamanho dos seios, na medida da cintura, no volume dos lábios, nas pernas, bumbum e cor dos olhos. Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira, 1,80m, siliconada, sorriso colgate.

Mulherões, dentro deste conceito, não existem muitas: Vera Fischer, Malu Mader, Letícia Spiller, Adriane Galisteu, Luma de OLiveira e Bruna Lombardi.

Agora pergunte para uma mulher o que ela considera um mulherão. Aí, a gente descobre que tem uma em cada esquina, que tem um montão delas por aí.

Mulherão é aquela que pega dois ônibus para ir para o trabalho e mais dois para voltar, e quando chega em casa encontra um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome.

Mulherão é aquela que vai de madrugada para fila garantir matrícula na escola e aquela aposentada que passa horas em pé na filado banco para buscar uma pensão de 100 reais.

Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários de segunda a sexta-feira, e uma família todos os dias da semana.

Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias sacolas depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.

Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquia, que faz dieta, que malha, que usa salto alto, meia-calça, ajeita o cabelo e se perfuma, mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista.

Mulherão é quem leva os filhos na escola, busca os filhos na escola, leva os filhos na natação, busca os filhos na natação, leva os filhos para cama, conta histórias, dá um beijo e apaga a luz.

Mulherão? É aquela mãe de adolescente que não dorme enquanto ele não chega, e que de manhã bem cedo já está de pé, esquentando o leite.

Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo, quem faz serviços voluntários, é quem colhe uva, é quem opera pacientes, é quem lava roupa para fora, é quem bota a mesa, cozinha o feijão e à tarde trabalha atrás de um balcão.

Mulherão é que cria filhos sozinha, quem dá expediente de oito horas e enfrenta menopausa, TPM e menstruação.

Mulherão é quem sabe onde cada coisa está, o que cada filho sente e qual o melhor remédio para azia.

Mulherão é quem, se ainda sobrar um tempinho, espreme as espinhas do marido, arranca os pelos encravados da barba dele, tá sempre disposta a uma noite de amor.

Lumas, Brunas, Carlas, Luanas, Feiticeiras e Sheilas: mulheres notas 10 no quesito lindas de morrer, mas mulherão, mulherão mesmo, é aquela que mata um leão por dia, enquanto carrega pedras nos intervalos.