Archive for junho, 2009


Pelo amor de Deus: CHEGA DE MICHAEL JACKSON!
  1. Sei que ele foi a grande estrela do pop.
  2. Que era dependente químico.
  3. Que ele pode ter cometido suicídio.
  4. Que apesar da vida dele ter sido sofrida, ele era rico… rico ouviram bem…
  5. Que ele nunca teve família, e sim mercenários ao seu redor.
Enfim, morreu! Acabou! Foi so mais um SER HUMANO que se foi!
Só falta agora quererem “endeusálo” e transformá-lo em santo.
Se for assim, quando eu partir, também serei! Aff! Cansei!

“Trabalho há mais de 30 anos com escola que não tem aula, série e prova, e dá certo”, diz educador português.

por Simone Harnik
Em São Paulo

Idealizador da Escola da Ponte, em Portugal, instituição que, em 1976, iniciou um projeto no qual os estudantes aprendem sem salas de aula, divisão de turmas ou disciplinas, o educador português José Pacheco afirma que as escolas tradicionais são um desperdício para os estudantes e os professores.

“O que fiz por mais de 30 anos foi uma escola onde não há aula, onde não há série, horário, diretor. E é a melhor escola nas provas nacionais e nos vestibulares”, diz. “Dar aula não serve para nada. É necessário um outro tipo de trabalho, que requer muito estudo, muito tempo e muita reflexão.”

Aos 58 anos, o professor que classifica autores como Jean Piaget como “fósseis”, fez uma peregrinação pelo país. No trabalho de prospecção de boas iniciativas em colégios brasileiros, Pacheco só não conheceu instituições do Acre e do Amapá e diz ter somado cerca de 300 voos no último ano.

Com a experiência das viagens, escreveu dois livros de crônicas: o “Pequeno Dicionário de Absurdos em Educação”, da editora Artmed, e o “Pequeno Dicionário das Utopias da Educação”, da editora Wak. Aponta ainda que a educação brasileira não precisa de mais recursos para melhorar: “O Brasil tem tudo o que precisa, tem todos os recursos e os desperdiça”. Veja a entrevista:
UOL Educação – Em suas andanças pelo país, qual o absurdo que mais chamou sua atenção?

Pacheco – O maior absurdo é que a educação do Brasil não precisa de recursos para melhorar. O Brasil tem tudo o que precisa, tem todos os recursos e os desperdiça.

UOL Educação – Desperdiça como?

Pacheco – Pelo tipo de organização. A começar pelo próprio Ministério da Educação. Eu brinco, por vezes, dizendo que o melhor que se poderia fazer pela educação no Brasil era extinguir o Ministério da Educação. Era a primeira grande política educativa.

UOL Educação – Qual o problema do ministério?

Pacheco – Toda a burocracia do Ministério da Educação que se estende até a base, porque a burocracia também existe nas escolas, à imagem e semelhança do ministério. No próprio ministério, o contraste entre a utopia e o absurdo também existe. Conheço gente da máxima competência, gente honesta. O problema é que, com gente tão boa, as coisas não funcionam porque o modo burocrático vertical não funciona. É um desperdício tremendo.

UOL Educação – Como resolver?

Pacheco – Teria de haver uma diferente concepção de gestão pública, uma diferente concepção de educação e uma revisão de tudo o que é o trabalho.

UOL Educação – O que teria de mudar na concepção de educação?

Pacheco – O essencial seria que o Brasil compreendesse que não precisa ir ao estrangeiro procurar as suas soluções. Esse é outro absurdo. Quais são hoje os autores que influenciam as escolas? Vygotsky [Lev S. Vygotsky (1896-1934)], Piaget [Jean Piaget (1896-1980)]? Não vejo um brasileiro. Mas podem dizer: “E Paulo Freire?”. Não vejo Paulo Freire em nenhuma sala de aula. Fala-se, mas não se faz.

Identifiquei, nos últimos anos, autores brasileiros da maior importância que o Brasil desconhece. Esse é outro absurdo. Quem é que ouviu falar de Eurípedes Barsanulfo (1880-1918)? De Tomás Novelino (1901-2000)? De Agostinho da Silva (1906-1994)? Ninguém fala deles. Como um país como este, que tem os maiores educadores que eu já conheci, não quer saber deles nem os conhece?

Há 102 anos, em 1907, o Brasil teve aquilo que eu considero o projeto educacional mais avançado do século 20. Se eu perguntar a cem educadores brasileiros, 99 não conhecem. Era em Sacramento, Minas Gerais, mas agora já não existe. O autor foi Eurípedes Barsanulfo, que morreu em 1918 com a gripe espanhola. Este foi, para mim, o projeto mais arrojado do século 20, no mundo.

UOL Educação – O que tinha de tão arrojado?

Pacheco – Primeiro, na época, era proibida a educação de moços e moças juntos. Só durante o governo Getúlio Vargas é que se pôde juntar os dois gêneros nos colégios. Ele [Barsanulfo] fez isso. Ele tinha pesquisa na natureza, tinha astronomia no currículo oficial. Não tinha série nem turma nem aula nem prova. E os alunos desse liceu foram a elite de seu tempo. Tomás Novelino foi um deles e Roberto Crema, que hoje está aí com a educação holística global, foi aluno de Novelino.

UOL Educação – Por que o senhor fala desses autores?

Pacheco – Digo isso para que o brasileiro tenha amor próprio, compreenda aquilo que tem para que não importe do estrangeiro aquilo que não precisa. É um absurdo ter tudo aqui dentro e ir pegar lá fora.

UOL Educação – Qual foi a maior utopia que o senhor viu?

Pacheco – O Brasil é um país de utopias, como a de Antônio Conselheiro e a de Zumbi dos Palmares. Fui para a história, para não falar em educação. Na educação, temos Agostinho da Silva, que é um utópico coerente, cuja utopia é perfeitamente viável no Brasil. Ou seja, é possível ter uma educação que seja de todos e para todos. O Brasil, dentro de uns 30 ou 40 anos, será um país bem importante pela educação. São os absurdos que têm de desaparecer, para dar lugar à concretização das utopias. Acredito nisso, por isso estou aqui.
UOL Educação – Os professores são resistentes às mudanças?

Pacheco – Os professores são um problema e são a solução. Eu prefiro pensar naqueles professores que são a solução, conheço muitos que estão afirmando práticas diferentes.

UOL Educação – Práticas diferentes como a da Escola da Ponte?
Pacheco – Não são “como”, mas inspiradas, com certeza. São práticas que fazem com que a escola seja para todos e proporcione sucesso para todos.

UOL Educação – Dentro da escola tradicional, onde ocorre o desperdício de recursos?

Pacheco – Se considerarmos o dinheiro que o Estado gasta por aluno, daria para ter uma escola de elite. Onde o dinheiro se desperdiça? Por que em uma escola qualquer, que tem turmas de 40 alunos, a relação entre o número de professores e de alunos é de um para nove? Por que os laudos e os atestados médicos são tantos? Porque a situação que se criou nas escolas é a do descaso. Esse é um absurdo.

UOL Educação – Onde mais ocorre o desperdício nas escolas?

Pacheco – O desperdício de tempo também é enorme em uma aula. Pelo tipo de trabalho que se faz, quando se dá aula, uma parte dos alunos não tem condições de perceber o que está acontecendo, porque não têm os chamados pré-requisitos, e se desliga. Há um outro conjunto de crianças que sabem mais do que o professor está explicando – e também se desliga. Há os que acompanham, mas nem todos entendem o que o professor fala. Em uma aula de 50 minutos, o professor desperdiça cerca de 20 horas. Se multiplicarmos o número de alunos que não aproveitam a aula pelo tempo, vai dar isso.

O desperdício maior tem a ver com o funcionamento das escolas. Os professores são pessoas sábias, honestas, inteligentes e que podem fazer de outro modo: não dando aula, porque dar aula não serve para nada. É necessário um outro tipo de trabalho, que requer muito estudo, muito tempo e muita reflexão.

UOL Educação – As famílias não estão acostumadas com escolas que não têm classe, professor ou disciplinas. Querem o conteúdo para o vestibular. Como se rompe com esse tipo de mentalidade?

Pacheco – Pode-se romper mostrando que é possível. Eu falo do que faço, e não de teorias. O que fiz por mais de 30 anos foi uma escola onde não há aula, onde não há série, horário, diretor. E é a melhor escola nas provas nacionais e nos vestibulares. Justamente por não ter aulas e nada disso.

UOL Educação – Por que uma escola que não tem provas forma alunos capazes de ter boas notas em provas e concursos?

Pacheco – Exatamente por ser uma escola, enquanto as que dão aulas não são. As pessoas têm de perceber que não é impossível. E mais, que é mais fácil. Posso afirmar, porque já fiz as duas coisas: estive em escolas tradicionais, com aulas, provas, com tudo igualzinho a qualquer escola; e estive também 32 anos em outra escola que não tem nada disso. É mais fácil, os resultados são melhores.

UOL Educação – Na concepção do senhor, o que é uma boa escola?

Pacheco – É a aquela que dá a todos condições de acesso, e a cada um, condições de sucesso. Sucesso não é só chegar ao conhecimento, é a felicidade. É uma escola onde não haja nenhuma criança que não aprenda. E isso é possível, porque eu sei que é. Na prática.

UOL Educação – O professor que está em uma escola tradicional tem espaço para fazer um trabalho diferente? O senhor vê espaço para isso?

Pacheco – Não só vejo, como participo disso. No Brasil, participei de vários projetos onde os professores conseguiram escapar à lógica da reprodução do sistema que lhe é imposto. Só que isso requer várias condições: primeiro, não pode ser feito em termos individuais; segundo, a pessoa tem de respeitar que os outros também têm razão. Se, dentro da escola, os processos começam a mudar e os resultados aparecem, os outros professores se aproximam. Não tem de haver divisionismo.

UOL Educação – O senhor acha que a mudança na estrutura da escola poderia partir do poder público ou depende da base?

Pacheco – Acredito que possa partir do poder público, mas duvido que aconteça. As secretarias têm projetos importantes, mas são de quatro anos. Uma mudança em educação precisa de dezenas de anos. Precisa de continuidade. E isso é difícil de assegurar em uma gestão. Precisa partir de cada unidade escolar e do poder público juntos.

Fonte: UOL

Questionado pelo Jornal Folha Online sobre a reforma ortográfica, que entrou em vigor no dia 1º de janeiro deste ano, o professor Pasquale Cipro Neto fez duras críticas às mudanças. Para o professor, a sua implementação produziu somente problemas para os cidadãos. “A reforma gerou confusão, textos mal escritos e interpretações diversas. Houve desperdício de dinheiro, água, papel e energia elétrica por um acordo que entrou em vigor precipitadamente, pois nem sequer Portugal ainda o adotou.”
A maioria dos portugueses é contra a aplicação do acordo ortográfico e diz que não vai utilizar as novas normas, segundo sondagem realizada pela empresa Aximage, sob encomenda do jornal “Correio da Manhã”, o mais vendido no país.
Particularmente creio que a reforma tenha sido somente uma lacuna no trajeto decrescente na escrita e na leitura do povo. Há muito tempo temos esta depressividade, mesmo porque os educadores estão preocupados demais com as regrasa gramaticais e esquecem do conteúdo concreto.
Um está aliado ao outro. De forma mais clara, é indicutível que um estudo gramatical através de situações cotidianas estimulam o indivíduo ao desejo de aprender cada vez mais.
Pasquale não é a melhor pessoa pra se pronuciar sobre a reforma ortográfia, pois gramatiqueiro, como é, não teria outra opinião que não essa.

O fato é que a reforma veio para atrapalhar ainda mais o processo. Desnecessária, infiél e principalmente utópica.

Ontem (27.06.2009) foi realizada a inauguração do Espaço Mega em Itaperuna. Uma estrutura fenomenal aliada ao bom gosto e requinte de profissionais competentes que merecem todo sucesso.
O espaço foi reformulado objetivando dar oportunidade de grandes eventos no município num só lugar.
A festa foi regada a champagne e um buffet espetacular. A decor do evento era de um primor inenarrável. Shows com a banda Mr. Jam, Strippers e a Top Drag do Rio de Janeiro Érica Vogue abrilhantaram ainda mais o evento.
Rendo-me a atenção dos rapazes que serviam os champagnes, atenciosíssimos.
Enfim, uma estrutura babadeira e que merece destaque!
Para contratar os serviços da Mega Produções de Eventos entre em contato!
(22) 3822-3127
mega.producoeseeventos@hotmail.com

Notoriamente o quantitativo de público da XI Merco Noroeste diminuiu neste ano de 2009. Menos stands, menos pessoas, menos qualidade.
Particularmente, ao visitar a feira, estava acostumado com grandes produções nos stands, gente bonita e outros detalhes a parte.
Neste ano o que vale a pena destacar foi a produção do stand da Prefeitura Municipal de Itaperuna, que arrasou na decor, com banners lindíssimos. Rendo-me também ao stand de grandes obras de arte, principalmente a um quadro maravilhoso que vi da artista Beth Ximenes. Odiei a propaganda da UNIG com o Grupo CTI de teatro que demonstraram ainda meninos na arte de atuar, contudo, o objetivo da propaganda com certeza foi realizado; todos paravam para ver de quem eram aquelas vozes horrorosas, aliadas a uma péssima gravação, que mais parecia ter sido feita por uma câmera digital básica. A boate que sempre é a grande atração da festa, é um caso a parte, seria mais interessante promover uma grande danceteria ao ar livre, onde na verdade ficam a maioria das pessoas, mas entendo que isso faz parte do capitalsimo e imagino o quanto os donos da intinerante não depositaram na conta do SEBRAE e Cia. Tinha também alguns ambientes com música ao vivo, muito aconchegantes, que valeram a pena parar para ouvir.
Outra coisa aterrorizante é a cobertura da TV Itaperuna. tudo bem que o lema deles sejam a verdade através da lente, onde tudo pode acontecer, mas ha de ser ética profissional e “semancol” de perceber-se o quanto é ruim para o município e ainda mais para a empresa este tipo de trabalho. Ela é prova real de que para ser jornalista, precisa-se muito mais do que um diploma nas mãos.
Enfim, mais uma feira, mais um ano e nada… nada de diferente!

O período de férias é uma boa opção para quem deseja qualificar-se e não tem tempo no período letivo normal. Para os meus amigos/leitores do Rio de Janeiro existem várias opções e para os leitores do Noroeste Fluminense fica o incentivo para cobrarem dos nossos governantes e das Instituições de Ensino algo semelhante.
Confira algumas opções:

::ESTÁCIO DE SÁ
Os próximos cursos de férias da universidade acontecem de 11 de julho a 1º de agosto. As inscrições poderão ser feitas no site http://www.estacio.br/ferias, com taxa de R$ 20. Os cursos mais procurados são os de Gestão Estratégica de Custos, Mercado de Ações, Assessoria de Imprensa, Jornalismo Digital, Argumentação Jurídica, Elaboração de Petição Inicial, Avaliação de Riscos Ambientais, Técnicas de Vendas, Bicombustíveis e Inglês Técnico na área de Petróleo e Gás.

::RECEPCIONISTA
Quem se inscrever até o dia 4 de julho nos cursos do GSR-RJ (Grupo Socorristas das Ruas) terá desconto na inscrição: um curso, R$ 20; dois cursos, R$ 15 cada um; e três cursos, pague R$ 10 cada um. Há aulas de Primeiros Socorros; Acompanhante de Idosos; Massagem Terapêutica; Drenagem Linfática; Estética Corporal; Depilação; Curativos e Bandagens; Verificação de Pressão Arterial; Recepcionista Administrativo; Telemarketing; Operador de Caixa de Loja; Técnicas de Vendas; Básico de Hotelaria; e Organização de Eventos; entre outros. Inscrições são aceitas na Rua Monsenhor Amorim 34, fundos, 1º andar, Engenho Novo.

Fonte: Jornal O Dia

Se na coleção feminina Alexandre foi essencialmente experimental, trabalhou sobre as bases tradicionais da vestimenta em sua apresentação masculina. De olho nas proporções, nos caimentos e acabamentos, apropriou-se do terno e o traduziu segundo seus princípios de atualidade.
As peças mais novas foram os macacões com pregueados e abotoamentos frontais, originais e bem resolvidos. A cartela de cores enfatizou o azul marinho em lisos e nas padronagens de xadrez, mas também contou com preto, branco cinza e amarelo.

Na intenção de lapidar as formas, Herchcovitch imprimiu aos looks um dandismo contemporâneo que resultou num masculino impecável. Chic.

Fonte: SPFW

Vinte dos 30 alunos da cadeira de Mídia e Pornografia já estão na sala esperando a professora Mariana Baltar. Hoje, a aula que é uma matéria optativa do curso de Estudos de Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF), fundado há quatro anos, é especial, com palestra de Sofia Zanforlin, mestre em comunicação que fez sua tese de mestrado baseada no seriado gay americano “Queer as folk” (Os assumidos), um divisor de águas no mundo das produções de TV a cabo que mostrou, sem estereótipos, o cotidiano de um grupo de amigos homossexuais, uma espécie de “Sex and the city” gay.

Por mais improvável que seja o tema para dentro de uma sala de aula de uma das mais respeitadas universidades federais do Rio, o assunto é debatido com seriedade.

Leão Lobo não imaginava, às 15h do dia 3 de março de 2008, que causaria um rombo financeiro nos cofres da TV Bandeirantes. Naquele dia à tarde, ele mostrou para todo o Brasil 70 imagens de Xuxa nua em uma revista masculina publicada há 20 anos. Nesta segunda-feira, no Fórum do Centro do Rio, a Justiça decidiu que a emissora paulista terá que pagar à apresentadora uma megaindenização por danos morais (R$ 100 mil) e materiais (R$ 4 milhões). Se dividirmos o valor total pelo número de imagens exibidas, chega-se a uma quantia de R$ 57 mil por foto.

No depoimento, Xuxa disse que Sasha (na época com 9 anos) soube que a mãe posara nua através do programa. “Isso dá margem para as pessoas continuarem me julgando. Tenho que provar quase diariamente que o que eu faço hoje não tem nada ver com o meu passado”, disse a loura no tribunal.

Na sentença, o juiz Mauro Nicolau Junior disse que “o fato de as fotos terem sido feitas espontaneamente pela autora não a deixa refém por toda sua vida à exposição pública”. A Band vai recorrer. Detalhe: hoje, Leão Lobo trabalha em outra TV, a Gazeta.

Fonte: Jornal Extra