Questionado pelo Jornal Folha Online sobre a reforma ortográfica, que entrou em vigor no dia 1º de janeiro deste ano, o professor Pasquale Cipro Neto fez duras críticas às mudanças. Para o professor, a sua implementação produziu somente problemas para os cidadãos. “A reforma gerou confusão, textos mal escritos e interpretações diversas. Houve desperdício de dinheiro, água, papel e energia elétrica por um acordo que entrou em vigor precipitadamente, pois nem sequer Portugal ainda o adotou.”
A maioria dos portugueses é contra a aplicação do acordo ortográfico e diz que não vai utilizar as novas normas, segundo sondagem realizada pela empresa Aximage, sob encomenda do jornal “Correio da Manhã”, o mais vendido no país.
Particularmente creio que a reforma tenha sido somente uma lacuna no trajeto decrescente na escrita e na leitura do povo. Há muito tempo temos esta depressividade, mesmo porque os educadores estão preocupados demais com as regrasa gramaticais e esquecem do conteúdo concreto.
Um está aliado ao outro. De forma mais clara, é indicutível que um estudo gramatical através de situações cotidianas estimulam o indivíduo ao desejo de aprender cada vez mais.
Pasquale não é a melhor pessoa pra se pronuciar sobre a reforma ortográfia, pois gramatiqueiro, como é, não teria outra opinião que não essa.
O fato é que a reforma veio para atrapalhar ainda mais o processo. Desnecessária, infiél e principalmente utópica.