O Brasil deverá gerar entre 500 mil e 700 mil empregos até o final do ano. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o país vai continuar gerando emprego, mas não tanto quanto no ano passado.
O ministro também reafirmou ao Jornal O Dia que o governo reduziu anteriormente a meta de superávit (de 3,8% para 2,5%) para poder realizar medidas de contenção da crise financeira. Mantega informou também que haverá cortes de despesas para compensar a perda de arrecadação decorrente do nível de atividade econômica.
Os cortes de gastos não devem envolver os reajustes previstos para os servidores públicos, embora os ministérios devam ser afetados. “É o ministro Paulo Bernardo [do Planejamento, Orçamento e Gestão], que cuida disso. Mas, pelo que eu sei, está mantido o reajuste que seria dado em julho.”