É meus caros, como já dizia Dona Jura: “Não é brinquedo não”. O mercado competitivo e estritamente capitalista chegou até a educação e com força total! Com ele chegam pontos positivos e consequentemente, negativos, tendo em vista que tratando-se de educação, trata-se de vidas sendo educadas para um mundo “melhor”.
As pessoas andam a cada dia mais buscando novos horizontes e uma forma de sobrevivência com  qualidade de vida. Para isso, investem na educação como um subsídio para o seu crescimento profissional e econômico. Estudar, ainda é a principal forma de garantia de um futuro para si. Apesar de particularmente achar que financeiramente seria melhor colocar meu filho numa escolinha de futebol (sic.).
Atualmente a maior preocupação dos dirigentes de Instituições de Ensino Particulares é como oferecer uma educação de qualidade aliada a um valor mínimo? A competição entre quem tem mais cursos bons e baratos tornou o mercado educacional uma feira de produtos as vezes alcançáveis, outras vezes sonhadores. Aliar bons preços com bons cursos não é tarefa nada fácil. O mercado está exigente. As pessoas estão mais críticas, têm mais noção dos seus direitos, buscam mais qualidade e  querem estabilidade profissional.
Dizem que a propaganda é a alma do negócio, mas atualmente as pessoas querem bem mais do que receber panfletos na rua e ouvir anúncios em rádios, eles precisam de confiabilidade total. Eles anseiam por fidelidade e por respeito aos seus direitos. Não basta ter “225” cursos listados, é preferível ter 2 com uma qualidade inconfundível, onde as pessoas tenham acesso a um conhecimento que carregará por toda sua vida.
Baseando-nos de que é através do famoso “boca-a-boca” que as universidades têm a sua maior propaganda, tratar este cliente como seu principal aliado é imprescindível. Creio que seja muito importante que toda escola tenha em seu planejamento de marketing verbas que sejam utilizadas para incentivar influenciadores. E mais do que isso, agir conforme o que se prega. Existem milhares de Instituições que pregam em seu marketing um respeito ao estudante, mas quando parte-se para prática a história é bem outra. Esta contradição também participa da propaganda de uma Instituição.
Segundo Michael Porter (diretor do Instituto de Estratégia e Competitividade da Universidade de Harvard), só existem duas formas de competir: diferenciação ou preço baixo. As Instituições que tentam aliar ambos, devem entender que precisam se preparar para digladiar com os baixos preços. É um trabalho mais árduo, contudo mais fácil. Para o sucesso desta escolha se faz necessário descobrir o que o cliente valoriza numa Instituição, dar ao cliente a oportunidade de opinar sobre seus anseios, enfim, é preciso trabalhar de forma inteligente, agregando valores e oferecendo um produto diferenciado com ênfase no consumidor. Para isso, precisa-se de savoir faire!