Archive for agosto, 2009


Rihanna nasceu na ilha caribenha de Barbados, em Saint Michael, no dia 20 de Fevereiro de 1988, filha de Mónica Fenty, de ascendência guianense, e de Ronald Fenty, de ascendência barbadiana e irlandesa.

Tem ainda dois irmãos mais novos, Rorrey e Rajad. Começou a cantar aos nove anos no ensino primário da escola Charles F. Broome Memorial School, onde formou o seu primeiro grupo musical com mais duas colegas de classe. Aos catorze anos, os seus pais divorciaram-se.
Com quinze anos, a cantora foi apresentada por um amigo ao produtor musical Evan Rogers, que estava de férias em Barbados. Juntamente com o seu sócio, Carl Sturken, produziu cantores como Christina Aguilera, Laura Pausini e Kelly Clarkson. Os dois, então, marcaram uma audição, na qual a jovem interpretou a canção da banda Destiny’s Child, “Emotion”.

Um ano mais tarde a dupla de produtores Evan Rogers e Carl Sturken, ajudou-a na gravação de músicas nos Estados Unidos da América, na cidade de Nova Iorque. Rihanna, Evan e Carl acabaram por criar quase doze músicas, sendo que quatro delas eram demos, uma nova versão da balada “Last Time” de Whitney Houston, e ainda o que viria a tornar-se o single de estreia da carreira de Rihanna “Pon de Replay”.

Inspirados pelo dancehall e reggae’, que estão presentes fortemente na cultura musical de Barbados, fundiram este com o R&B.
Em 2004, no colégio da Combermere School ganhou um concurso de beleza onde foi nomeada “Miss Combermere”, após ter feito uma actuação no Colours of Combermere School Show, interpretando a música da cantora Mariah Carey “Hero”. Foi enviada depois da actuação feita pela jovem, uma cópia do seu trabalho para Jay-Z, na altura vice-presidente da Def Jam Recordings, que quis imediatamente assinar contrato com a cantora.
Devido ao desempenho na actuação, que levou à assinatura do contracto com a sua editora, lançou seu primeiro álbum, Music of The Sun, iniciando assim a sua carreira como cantora.

Hoje Rihanna faz parte do cenário musical mais teen do momento. Uma DIVA!
Anúncios
Mãe é mãe né!
A mãe do bebê que foi sequestrado após uma reintegração de posse na região do Capão Redondo, Zona Sul de São Paulo, afirmou ontem(28) que perdoa a mulher que levou sua filha na quarta-feira (26). “Quem sou eu para não perdoar?”, disse ao G1 a dona de casa Josieli Espírito Santo, 26 anos. “Mas eu quero que a Justiça seja feita.”
A menina foi reconhecida por fotos pelos pais e devolvida a eles ainda na sexta, no 47º Distrito Policial, no Capão Redondo, onde as investigações estão concentradas.
“Para mim, é o começo de uma nova história”, disse, emocionada, Josieli. “Tirou um nó de nossos corações”, completou o pai da criança, o ajudante geral Edno Santos Soares, de 20 anos. “Agora quero cuidar dela, dar muito carinho”, completou.
A menina foi levada por uma mulher que ofereceu ajuda à família da menina, que ficou desabrigada após uma reintegração de posse em um terreno particular. Na noite de quinta-feira (27), o bebê foi devolvido por outra mulher que disse ser mãe da raptora.
Conforme a Polícia Civil, ela teria dito que sua filha, que estaria grávida de nove meses, havia apresentado a criança como sendo sua filha. “Acho que ela queria substituir o filho perdido após um aborto”, comentou Josieli.
A mulher que afirma ser mãe da suspeita de sequestro disse ainda que desconfiou do tamanho da menina, maior do que o de um recém-nascido. A certeza de que a criança não era de sua filha veio após assistir a reportagem na TV sobre o sequestro. Imagens gravadas em uma farmácia – e posteriormente divulgadas pela imprensa – mostram a suspeita segurando a criança roubada no colo. “Agradeço a ela. Se estivesse em seu lugar, devolveria também”, afirmou a dona de casa.
A jovem de 18 anos suspeita de roubar a criança foi indiciada pela Polícia Civil por sequestro e cárcere privado. A pena para esses crimes é de dois a cinco anos de prisão. Ela permanece foragida.

Particularmente, nunca gostei de Tânia Mara, pois achava a voz dela muito forçada, etc e tal! Mas neste ano fui presenteado no meu aniversário por um amigo com o novo DVD da cantora.

Fiquei rosa, cor de chiclete!

No DVD ao vivo, Tânia Mara canta com o irmão Rafael Almeida, a música Até Você Chegar, que tem 10 anos.
Em um misto de músicas inéditas e antigas, a cantora convidou artistas como Alexandre Pires, Roberta Miranda e Elba Ramalho, para participar do projeto.
O DVD foi dirigido lógico, por Jayme Monjardim, marido da cantora, e gravado em Jaguariúna, interior de São Paulo.
Vale a pena conferir!
Título Original: Radio
Gênero: Drama
Origem/Ano: EUA/2003
Duração: 109 min
Direção: Michael Tollin

Sinopse: Na Carolina do Sul, o técnico de futebol americano Harold Jones (Ed Harris) faz amizade com Radio (Cuba Gooding Jr.), um estudante de colegial que é deficiente mental. O relacionamento do dois dura décadas e Radio se transforma de um garoto tímido e atormentado a uma inspiração para a comunidade onde vive.
Distribuição em Vídeo e DVD: Columbia

Fonte: Webcine

O Teatro SESI apresenta neste sábado, dia 29 de agosto, a peça Por Telefone, uma comédia escrita por Antônio Fagundes e que em Itaperuna será encenada pelos atores Juliana Teixeira e Daniel Andrade.
A peça narra com humor o cotidiano de um casal classe média que em uma única noite vê sua vida irremediavelmente transformada. A reviravolta está instalada quando Cláudio – um funcionário de carreira – recebe um telefonema no meio da madrugada e, ao rememorar os últimos acontecimentos, percebe que pode ter sido demitido por telefone.
A trama desperta uma grande identificação com a platéia. Estas personagens e suas situações limites, tão comuns na atualidade, despertam a cumplicidade e o envolvimento do espectador que se sente respeitosamente retratado, propondo uma reflexão sobre o verdadeiro papel do cidadão na sociedade e como equilibrar as suas relações profissionais e pessoais.
Apoiada em gabaritada e premiada equipe técnica, Por Telefone é uma comédia ácida e divertida, onde a crítica social leva o público a refletir sobre a ansiedade das pessoas. Autênticas e patéticas, as personagens farão com que o público se identifique com as situações apresentadas.
Ingressos no SESI:

Por Telefone, sábado, às 20h: R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,50 (meia – Clientes SESI Clube, Terceira Idade e Estudantes)

Realização: Circuito Cultural SESI-RJ – Sistema FIRJAN
Apoio: Departamento de Cultura – Prefeitura de Itaperuna, Faculdade Redentor, Estilo Off, Hotel Caiçara.
Patrícia Monteiro – SESI/SENAI – Itaperuna

A cantora Whitney Houston, que desde 2002 não concedia uma entrevista, foi convidada pela apresentadora Oprah Winfrey, uma das mais famosas dos Estados Unidos, para no próximo dia 14 de setembro. O bate-papo vai abrir 24ª temporada do Oprah Winfrey Show e, segundo a apresentadora, é a “entrevista mais esperada da década”. Whitney, de 46 anos atualmente, vai ao programa para promover o lançamento de seu novo álbum, I Look To You.
Se mantiver a sinceridade com que falou a Diane Sawyer sete anos atrás, a entrevista com a cantora promete. À época, ela respondeu a perguntas sobre seu envolvimento com as drogas. “O crack é uma droga barata”, disse a cantora. “Vamos ser diretos sobre um assunto: tenho dinheiro demais para fumar crack. Não fumo nem nunca fumei”. Ela ainda usou a gíria “wack”, que pode ser traduzida como desagradável ou doido, para definir a droga. A cantora Whitney Houston dominou as paradas de sucesso nas décadas de 80 e 90 com hits como I Wanna Dance With Somebody and I Will Always Love You. Tornou-se uma das artistas que mais venderam discos da história e protagonizou, ao lado de Kevin Costner, o filme O Guarda Costas.
Mas, desde o início dos anos 2000, a cantora andava sumida. O vício e o tumultuado casamento com o cantor Bobby Brown estariam entre as causas da reclação. Em 2007, ela chegou a declarar, pouco antes de ser internada em uma clínica de reabilitação, que mantinha “péssimos hábitos” e que seu negócio era “sexo, drogas e rock’n roll”. O novo disco de Whitney será lançado no dia 31 de agosto nos Estados Unidos. Em outubro, o álbum será lançado no Reino Unido. A cantora também vai participar de um tributo a Michael Jackson no próximo dia 26 de setembro em Viena, na Áustria.
Minha DIVA!!!! Viva seu retorno!

Estimular a participação de crianças em conversas pode ser até seis vezes mais efetivo do que ler para elas. Estudos mostram que os pediatras recomendam para melhorar a capacidade de linguagem infantil a narração de eventos diários à criança.

Foram feitos ajustes para variáveis socioeconômicas. As crianças foram submetidas a um teste de linguagem para saber como se comunicavam. As crianças expostas a conversações tiveram um desempenho seis vezes melhor que as outras. Elas tinham um vocabulário mais rico e cometiam menos erros – possivelmente porque as conversas davam a chance dos adultos corrigirem erros gramaticais comuns da infância. Aquelas crianças que principalmente ouviam histórias ou conversas de adultos sem que participassem delas apresentaram certo progresso, mas descrito como “frágil”.
Aquelas que assistiam mais televisão não mostraram desenvolvimento, mas, diferente do que se pensa, também não mostraram efeitos negativos na linguagem. Os especialistas esclarecem que não basta apenas conversar com as crianças, é importante engajá-las na conversa e estimulá-las a participar com seus comentários. A cada dia uma criança escuta cerca de 13 mil palavras faladas por adultos e participa de cerca de 400 conversas com adultos. Quanto mais conversa, mais oportunidades para correções que ajudam no aprendizado e no uso de novas palavras, ampliando o vocabulário.

Fonte: Agência de Saúde Mental.

por Alex Soares

Nascemos iguais, vivamos iguais, para a única vitória que
interessa, a vitória do amor entre os homens.

Adélia Prado

Tratar de segurança não é uma tarefa fácil, tampouco prazerosa de se fazer. Estamos convivendo com realidades violentas, que até certo tempo atrás, eram inimagináveis. Pais matam filhos, filhos matam pais, pessoas são assaltadas por pequenos objetos e mata-se por apenas um tênis de R$ 25,00 reais.
Aff! Passados vinte e oito anos e ainda me espanto com situações tão corriqueiras. A história desta vez inicia da seguinte forma. Um conhecido meu recebe a ligação desesperadora de sua mãe, aos prantos pedindo socorro em sua residência. Naturalmente, sem pensar em mais nada este conhecido sai às pressas em direção a sua residência. Antes, porém me pediu para ligar para a Policia Militar solicitando que fossem em direção ao local. Foi o que fiz. Liguei e após oito minutos fui atendido por um funcionário público (leia-se policial militar) que ao ouvir-me indagou sobre o que tinha acontecido. Imediatamente informei que não sabia o que acontecera, devido ao nervosismo da vitima que saíra rapidamente. Foi quando ouvi a seguinte fala:
– O senhor então encontre a vitima e pergunte o que aconteceu e depois entre em contato conosco.
Pluft! Morri!
Ora bolas, a que ponto chegamos! Fiquei tão irritado e aflito com a situação que se o ilustre policial estivesse na minha frente teria me decretado voz de prisão por desacato de autoridade. O que mais me revoltou foi o fato de que mesmo ao ter me identificado, informado o nome da Instituição na qual eu trabalho, re-expliquei a situação ocorrida e mesmo assim tive que ouvir novamente a orientação anterior.
Acionei uma amiga para me auxiliar ligando novamente para delegacia de polícia enquanto eu tentava falar com este conhecido.
Por um lado entendo perfeitamente esta atitude tendo em vista o excesso de trote que eles devem receber diariamente. Em contrapartida existe um lado social que deve ser levado em conta. A questão da vida fica deixada de lado por uma questão protocolar totalmente dispensável.
Indiscutivelmente buscamos sempre utopicamente uma paz nas outras pessoas que está na verdade dentro de nós mesmos. Parece filosofia barata? Pode ser. Mas tenha a certeza de que a paz e a violência se constroem pelos seres humanos. As agressões e as guerras são ações humanas e não fazem parte somente da natureza individual, mas também da cultura social, na verdade é uma construção social.
Já diz o ditado: a qualidade sempre superará a quantidade. Vivemos diariamente atitudes de agressão contra nossos direitos sociais e aceitamos estas repressões pacificamente, sem qualquer questionamento. Com certeza, isso acontece devido a desvalorização e a impunidade existente. Mais do que um bando de policiais despreparados no meio das ruas, achando-se o máximo por estar usando uma farda e ser tratado como autoridade, precisamos de uma legislação atuante que puna os culpados, sejam eles quem forem. O fim da impunidade é um passo muito mais importante para diminuir a violência do que colocar mais policiais nas ruas.
Sou considerado por muitas pessoas como um ser humano arrogante e grosseiro, às vezes, na verdade sou um ser humano agressivo, totalmente agressivo. No entanto, sou um agressivo baseado na psicologia freudiana. Segundo Freud a agressividade é uma força vital a cada pessoa, necessária para superar os obstáculos e as limitações próprias do cotidiano.
A história inicial irrita pelo fato de ser uma violação ao nosso direito a segurança. Temos direito a vida, e isso não significa apenas uma garantia de que ninguém vai matar outrem, mais uma garantia de que todas as nossas necessidades fundamentais devem ser respeitadas, para que todos tenham uma vida digna. Lembram do artigo terceiro da Constituição Feral? Toda pessoa tem o direito a vida, a liberdade e a segurança pessoal.
Os direitos humanos surgiram das lutas para acabar com privilégios, conseguiu?
Hoje acontece um movimento denominado de banalização da violência. Ela é tão comum, tão presente no dia-a-dia, que as pessoas não se incomodam mais com ela, pois estão acostumados com esta situação insuportável.
A violência não é uma fatalidade inexorável, mas colocada pelos humanos, portanto, pode ser retirada e trabalhada pelos mesmos humanos que a constituíram, inclusive os policiais, que antes de ser autoridade, é ser humano como todos nós. Se queremos a paz, devemos nos preparar para ela.
Pense nisso!
:: Artigo publicado na edição de agosto da Revista Estilo Off de Itaperuna

Beyoncé é o tipo de artista que justifica perfeitamente o posto de celebridade que tem. Com uma voz espetacular e uma face de menina sapeca, a Diva conquistou seu espaço no mercado musical.

Beyoncé Giselle Knowles, nasceu em Houston, no dia 4 de setembro de 1981. É cantora, dançarina, compositora, arranjadora vocal, produtora e atriz estadunidense.
Suas músicas combinam, desde o Destiny’s Child, a essência do R&B contemporâneo com inclinações para o funky/soul, gerando um som com tendência substancialmente Pop.

Além de trabalhar no mundo da música, Beyoncé também atua. Foi indicada ao prêmio Globo de Ouro de melhor atriz de musical ou comédia por seu trabalho no filme Dreamgirls. A diva construiu um verdadeiro império com o seu talento.
Além de estrelar em filmes, já venceu dez prêmios Grammy e vendeu mais de 20 milhões de discos. Em 2007, foi considerada pela revista People a celebridade feminina mais bem vestida de Hollywood.
Confira o vídeo em que a Diva faz uma homengam a Michael Jackson.